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21/02/2019

Autopeças: para onde leva essa estrada?

A demanda dos novos clientes “centennial” por tecnologia e conectividade, aliada às maiores exigências legais para eficiência energética, segurança e sustentabilidade, tem levado os fabricantes a inserir cada vez mais conteúdo em seus veículos. Esses novos produtos são maiores, mais pesados, mais sofisticados e mais eficientes, tanto do ponto de vista energético quanto de praticidade, como os SUVs. Sua tecnologia embarcada é comprada de fornecedores Tier 1, que não encontram disponibilidade local nos Tier 2 & 3.

Os pequenos e médios fabricantes de autopeças (PMEs) já enfrentavam, antes da crise, restrições devido à baixa capacidade tecnológica e ineficiências de gestão, sem falar da feroz concorrência asiática. Sem alternativa local, resta aos sistemistas a importação de conjuntos fabricados em locais com maior economia de escala. Mesmo com promessas de melhores condições de fomento às PMEs, resta a dúvida na viabilidade da fabricação de autopeças no Brasil, o que pode levar a indústria local de volta a um grande regime CKD – montagem de kits importados. Quais seriam as atitudes e diretrizes para impedir esse desastre anunciado?

Por Bright Consulting

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